AS GRANDES FRAUDES DA CIÊNCIA - PARTE 4
Em 1973, o cirurgião e imunologista William T. Summerlin, do Hospital Sloan-Kettering, nos EUA, teve uma ideia genial para resolver o problema da rejeição de tecidos em transplantes. Receitou fazer um cultivo da pele do paciente misturada com a pele a ser enxertada. Para provar sua teoria, Summerlin realizou um “transplante” de pele experimental: um rato branco ganhou uma pelugem cinzenta tirada de uma ratazana. A notícia ganhou os jornais em 1973. Porém, ao não conseguir repetir a experiência, o doutor levantou suspeitas. Em março de 1974, foi criada uma comissão para investigar suas práticas. Na noite de 27 de março, um dos membros da comissão descobriu o segredo de Summerlin: pegou-o em flagrante no laboratório maquiando um ratinho branco com pintas negras, feitas com um singelo pincel atômico.
Comentário Pessoal: Uma notícia meio engraçada, porque naquele tempo as coisas eram mais fáceis de se comprovar pelo fato de não existir tanta tecnologia que existe nos dias de hoje. Antigamente o homem criava algo e demoravam anos e anos para ver mesmo se era verdade ou se era uma farsa. Já hoje em dia, o homem cria algo e no dia seguinte os cientistas já estão na cola dele para ver mesmo se aquilo é mesmo verdade. Então, hoje é mil vezes mais difícil de enrolar a humanidade do que em 1973 como na reportagem.
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