terça-feira, 29 de novembro de 2011

Siamesas separadas por cirurgia se preparam para voltar para casa



Angelina e Angelica, de 2 anos, eram unidas pelo peito e pelo abdômen.
Após operação, elas passarão por plásticas e outros tratamentos.


As ex-gêmeas siamesas que foram separadas há duas semanas em um hospital na Califórnia, Angelina e Angelica Sabuco, estão se preparando para deixar o hospital.
As meninas estão se recuperando no Lucile Packard Children's Hospital, na Universidade de Stanford, desde que foram operadas em 1º de novembro. Elas nasceram unidas pelo peito e pelo abdômen.
O hospital disse na segunda-feira (14) que as meninas, de dois anos, podem voltar para casa nos próximos dias.
As meninas não estão mais com aparelhos e seus fígados estão funcionando normalmente. Agora, elas vão consultar um cirurgião plástico, Peter Lorenz, para continuar o tratamento.
Lorenz disse que os peitos das meninas estão em um formato um pouco anormal, mas eles podem ser moldados à medida que elas crescem.

Elas também terão terapias para ganhar força e recuperar suas habilidades motoras, segundo o hospital.
As meninas apareceram em público em uma entrevista na segunda-feira. Elas pareciam à vontade.
Ginady Sabuco, a mãe, parecia feliz e estimulava as bebês a acenar para os repórteres.
"Estamos muito alegres para ir para casa e ver cada uma sentando em seu próprio banco do carro", disse. "Não podemos esperar para vê-las brincando, andando e correndo."
As meninas estão dormindo em camas separadas, comendo bem e reaprendendo a andar. Elas só andavam de lado, e agora estão aprendendo a andar para frente e para trás.
"O equilíbrio é o maior desafio", disse Amy Weisman, terapeuta.
A cirurgia durou cerca de 10 horas e foi paga pelo seguro de saúde da família.
Depois de 72 horas, elas estavam respirando por conta própria. Após uma semana, elas saíram da UTI para um quarto comum.
Uma equipe de mais de 40 médicos, enfermeiras e outros funcionários participou dos trabalhos.
 
Comentário: As gêmeas que nasceram grudadas pelo abdômen já deixaram de usar aparelhos que estavam ajudando no funcionamento do fígado e isso é um grande sucesso, depois de 72 horas elas conseguiram respirar por conta própria, estou na torcida pra que fiquem bem e não aconteça nada de pior com elas. 


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Maior ponte solar do mundo é construída em Londres



A partir do ano que vem a Tower Bridge disputará atenção dos turistas de Londres com uma ponte que atualmente está sendo reformada na cidade. Quando concluída, será a maior ponte solar do mundo.
Ela será instalada sobre a estação de trem Blackfriars, que fica na ponte de mesmo nome, sobre o rio Tâmisa. O novo telhado da estação será coberto de placas solares – ao todo serão 4.400 painéis em mais de 6 mil metros quadrados– para captar, armazenar e transformar a energia do sol em eletricidade.
Construída em 1886, a ponte Blackfriars tem 281 metros de comprimento e, com a novidade, passará a ser o maior sistema de captação de energia solar em Londres. Espera-se que a tecnologia gere 900 mil kWh a cada ano, o que significa metade da demanda de energia da estação. Com isso, deixará de emitir cerca de 511 toneladas de gás carbônico por ano.
Depois de reformada, a estação Blackfriars também aproveitará a iluminação natural e captará água da chuva para reusar em alguns processos de sua operação. Antes que a piada com o clima chuvoso e nevoeiro de Londres seja feita, é bom lembrar que existem placas solares que não dependem de um dia ensolarado para produzir energia elétrica.



Comentário: Um grande avanço na tecnologia e também para as pessoas, isto é uma prova de que o homem tem chances sim de tentar melhorar o planeta fazendo fontes seguras de energia.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Estudos diz que indonésios matam 750 orangotangos ao ano



Especialistas questionaram nesta segunda-feira uma pesquisa feita na ilha indonésia de Bornéu, que contabiliza em 750 o número de orangotangos mortos no país em 2010, embora admitiram que a conta é bem próxima da realidade.
Conforme o estudo elaborado pela Natures Conservancy e publicado na revista científicaPLoS One, os nativos matam os primatas em risco de extinção para proteger as plantações e comercializar sua carne.
Os pesquisadores entrevistaram 6.983 pessoas em 687 localidades de Kalimantan, a parte indonésia da ilha de Bornéu e o maior santuário de orangotangos do mundo. Mais da metade dos homens ouvidos admitiu ter matado ao menos um animal desses em sua vida, por medo, necessidade ou para proteger as plantações.
Porém, o porta-voz do Ministério de Florestas da Indonésia, Ahmad Fawzi, advertiu que é necessário revisar os dados considerados por ele como duvidosos.
Para a veterinária espanhola Karmele Plano, diretora de um centro de apoio aos orangotangos de Kalimantan, talvez a pesquisa não tenha sido feita de maneira adequada, mas garantiu que "se os números reais, mas aproximados da realidade".
Karmele disse que em seus anos de trabalho na Indonésia, assistiu à venda da carne desses animais nos mercados e também o comércio de filhotes órfãos devido à caça de suas mães, por isso, "os dados emitidos pela Nature Conservacy não são surpreendentes".
Apesar do estudo se concentrar na morte dos primatas pelas mãos do homem, outro problema que afeta a vida dos orangotangos é a perda de seu habitat natural.
As florestas povoadas pelos macacos diminuem ano após ano, pela extração ilegal de madeireiras e empresas dedicadas ao cultivo da palma, de onde é extraído um óleo, assim como queimadas para abrir terras à agricultura e a exploração de minérios.
A população de orangotangos diminuiu em 20 mil exemplares em Bornéu e atualmente o país abriga 45 mil animais desta espécie, contabilizam especialistas.
Comentário: É um costume desses países asiáticos comerem carne de animais, mas essa matança é uma coisa surreal, deviam parar com isso imediatamente, até porque eles podem estar extinguindo esses animais do nosso planeta daqui uns anos. Outra prova disso é, que eles estão perdendo seus habitat natural para as empresas de madeira que estão se instalando nesses locais.

domingo, 6 de novembro de 2011

Desmatamento na Amazônia cai 43% em setembro



O desmatamento na Amazônia caiu 43% em setembro comparado com o mesmo mês do ano passado. Os dados são do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e foram divulgados nesta segunda-feira pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Segundo o sistema Deter, que detecta desmatamento em tempo real usando satélites, a devastação na região amazônica em setembro foi de 254 hectares, contra 448 hectares em 2010.
"É o menor [desmate em] setembro da história", disse a ministra, em alusão ao início da série de dados do Deter, em 2004. "Não tivemos um setembro negro, tivemos um setembro verde."
No acumulado de janeiro a setembro, o Deter viu empate técnico em relação ao mesmo período do ano anterior: 1.835 km2 em 2011 contra 1.862 km2 em 2010, uma queda de 1,5%. Mato Grosso e Rondônia foram os únicos Estados que mostraram uma elevação no período -- no caso matogrossense, de expressivos 72%.
A alta reflete a disparada no período de abril a maio, quando a perspectiva de uma anistia induzida pelo debate do Código Florestal na Câmara dos Deputados, aliada a uma lei de zoneamento benevolente em Mato Grosso, animou o setor produtivo a desflorestar.


Comentário: Uma notícia boa para todos os seres humanos e principalmente os brasileiros, grande parte das pessoas são contra o desmatamento, eu também sou, e espero que continuem diminuindo esse desmatamento para ajudar a sociedade.